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Jaú ou Jahu?

A grafia do nome desta cidade é especial, pode-se escrever dos dois modos. As cidades no entorno do Rio Tietê foram “descobertas” pelas explorações dos Bandeirantes. Com Jaú não foi diferente, os Bandeirantes navegando pelo Rio Tietê decidiram parar para pescar na foz de um ribeirão. Lá fisgaram um grande peixe chamado jaú. O nome Jaú vem do tempo das monções e tem ampla significação na língua Tupi-Guarani-Kaingangue. Ya-hu quer dizer peixe guloso, comedor, um grande bagre comedor... Mas também pode significar "o corpo do filho rebelde" segundo conta a lenda do peixe Jaú. Pois havia um jovem Ya-hu, guerreiro Kaingangue que por não aceitar um acordo de paz com a tribo dos Coroados , revoltou-se contra seu pai e iniciou uma luta que causou muitas mortes. Perseguido foi ferido e para que seu corpo não fosse comido e sua cabeça não fosse cortada e erguida como troféu, o jovem guerreiro Kaingangue preferiu afogar-se num ribeirão, de onde ressurgiu mais tarde, transformado em peixe. Esse nome, dado pelo chefe Kaigangue e que mais tarde passou ao rio e ao Município, por isso o significado do nome. Também conhecido como Barra do Ribeirão do Jaú.

A região do Jahu compreendia das barrancas rio Tietê (hoje Barra Bonita) até o espigão divisor das águas dos ribeirões Marambaia e Sapé (hoje Bariri), das barrancas do rio Jacaré-Pepira até as barrancas do rio Tietê (em frente a Pederneiras). Assim o local escolhido foi o mais central possível.

Os moradores na sua maioria agricultores cultivavam o milho e a mandioca que eram destinados à alimentação humana e dos animais de criação e à tropa de serviço (cargueiros), O algodão que usado para confecção de roupas dos familiares e escravos. A cana-de-açúcar era destinada à fabricação de açúcar, pois havia diversos engenhos, tais como: o de Bento Manoel de Moraes Navarro, Mariano Lopes Pinheiro, Luiz Pereira Barbosa, e o dele, Capitão José Ribeiro de Camargo, que além do consumo local vendiam as sobras para outras praças. Criavam bovinos, suínos e ovelhas, com a lã das ovelhas eram confeccionados os agasalhos. Os primeiros plantios de café na região estavam se iniciando, e mais tarde passou a ser agricultura predominante na região.

Esta cidade rica em história tem hoje o privilégio de receber turistas vindos dos mais longínquos lugares. Atualmente é conhecida como a Capital do calçado feminino do estado de São Paulo e concentra 95% das atividades no segmento feminino. Gera mais de 4 mil empregos diretos e fabricação iniciou-se timidamente no século XIX, quando Guisepe Contatore instalou a primeira sapataria e ensinou seu conhecimento adiante.
A cidade conta com sede de empresas fornecedoras da cadeia de suprimentos, várias instituições de ensino, de apoio técnico e financeiro entre outras.

A diversidade do turismo em Jaú é imensa.

A Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio é um dos prédios de Jaú que mais chama a atenção, não só por seu valor arquitetônico, mas também por seu significado histórico e religioso. Assemelha-se mais a uma catedral do que a uma simples igreja.
Sua arquitetura é de estilo gótico, bem caracterizado pelas abóbodas em forma de ogivas, pela divisão em nave central e duas laterais e pelos vitrais bastante decorados.

A antiga estação ferroviária (FEPASA); responsável pelo grande progresso no município e região; com sua arquitetura
preservada e cuidada, transformou-se no espaço cultural Estação
do Som, abrigando projetos musicais. É palco dos maiores acontecimentos culturais da cidade.

Museu municipal: Foi residência jauense de Francisco Cláudio de Almeida Prado e sua esposa Lúcia Penteado de Almeida Prado. A antiga ala dos quartos foi organizada com acontecimentos históricos em ordem cronológica, começando pelos povos nativos, fauna, pioneiros, africanos, ferrovia, imigração, industrialização, revolução de 1932, centenário da cidade e autoridades locais. A sala do comandante e casa de taipa continua na disposição original.

Celeiro- Centro de artesanato- O Celeiro abriga os cursos de tear manual, tear de pedal e artesanato em couro do Programa Nossa Cultura. O Celeiro foi criado no ano de 2.001.

Fazenda de Café: A Fazenda Mandaguahy conserva ainda a nostalgia e aristocracia dos tempos áureos do café A fazenda Mandaguahy pertence à família Almeida Prado. A história do local começou em 1858, e hoje a fazenda é administrada por Maria Antonieta de Almeida Prado. Os visitantes têm a oportunidade de experimentar iguarias da cozinha tradicional brasileira. Um lugar eternamente inesquecível. www.fazendamandaguahy.com.br - Fone: 14-3622-2707

Shoppings de calçados: Sem dúvida o passeio que irá agradar. Sapatos para todo tipo de gosto e bolso. Qual mulher resiste a um sapato novo?

Também considerada uma cidade de Turismo de Negócios pelo pólo calçadista, é sede da maior feira de calçados da atualidade “Jaú Trend Show”.

Quem comparece a Jaú Trend Show está à procura de novidades e excelentes oportunidades de negócios. E é o que encontra. Um preview de produtos de moda com qualidade e design. Lançando designers e design próprios, Jaú conquista a cada dia, seu espaço como pólo produtor de moda. O responsável pela feira é Caique Paes de Barros, diretor da Comcorp, a empresa promotora da Jaú Trend Show.

A feira está em sua 3ª edição e é sucesso absoluto, recebendo lojistas, varejistas, executivos de compras de redes de lojas, distribuidores, profissionais da moda, importadores estrangeiros e exportadores de calçados tendo a oportunidade única de encontrar em um só local, dezenas de fábricas apresentando, em primeira mão, a coleção primavera/verão 2011.

Tudo isso somado a uma cidade que está de braços abertos para receber sua visita. O comércio ainda oferece transporte gratuito dos hotéis para o local da feira e cortesias de petiscos e bebidas de boas vindas.

A Jaú Trend Show acontecerá do dia 25 a 28 de maio em um amplo e confortável Pavilhão de Exposições com mais de 5.000 m². www.jautrendshow.com.br Fone: 14-3416-1634
Jaú conta com uma rede hoteleira diversificada com total infra-estrutura, restaurantes, choperias, bares e casas noturnas que irá fazer o turista querer voltar todo ano.
Com certeza nos veremos lá...